Segundo o MPF, as questões idênticas que teriam sido antecipadas são as seguintes: no primeiro dia, prova amarela (questões 87,46,50,74,57,34,33,32) e no segundo dia, também na prova amarela (questões 113,180, 141, 173 e 154).
Ainda conforme o procurador Oscar Costa Filho, o problema se repete, apresentando mais uma vez, um caso de vazamento de provas. Sem necessidade de recorrer à Justiça, o MPF considera a importância da investigação pela Polícia Federal para apurar os responsáveis, mas entender que já há provas constituídas para determinar uma atitude do MEC quanto à irregularidade, que não é mais pontual, atinge todos os inscritos no país.
"É necessário que se imponha, de uma vez, a constitucionalidade no Enem, que significa o direito de recorrer em caso dos candidato se sentirem prejudicados", explica o procurador.
Rumores
O suposto vazamento de questões do exame provocou forte movimentação nas redes sociais nesta terça-feira, 25. Alguns usuários das redes Twitter e Facebook divulgaram fotos de uma apostila de revisão que teria sido distribuída por um colégio de Fortaleza poucos dias antes do exame.
Uma escola chegou a ser citada pelos alunos, como se tivesse sido a responsável pelo material. A direção do colégio negou conhecer o caderno e ressaltou que a logomarca do colégio consta em todas suas apostilas. fonte: o povo online
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